Processo da intervenção

 De forma geral, a intervenção foi surpreendentemente interessante e estressante. O que mais me atraiu a ele foi a liberdade que tivemos em todos os sentidos, já que nós foi permitido fazer todas as escolhas decisivas - do local onde desejávamos interferir ao que queríamos fazer. Infinitas possibilidades existiram antes de nos decidirmos por uma só, o que foi por si só um desafio a criatividade, e depois de batermos o martelo tivemos que nos desdobrar para fazermos algo muito diferente do usual. O foco em tal tarefa realizado em grupo foi enriquecedor e uma ótima experiência, que certamente vai vir a ser útil. A necessidade de fazer algo baseado em um local específico foi o verdadeiro desafio, que foi facilitado pelas dicas dadas, como a rede de implicações e o storyboard. 

Contudo, a imposição do uso da robótica se tornou limitante, especialmente devido a minha pobre experiência e a minha carência de habilidade nesse ramo, e acabei me tornando dependente do auxílio professoral, não aprendendo muito sobre esse processo, apenas como a fazê-lo funcionar. Isso, somado ao pouco tempo e a certa confusão acerca do proposto, tornou essa uma tarefa difícil de ser realizada, e ás vezes frustrante. 

Assim, esse trabalho final foi sem dúvida marcante em minha carreira estudantil, seja pela sua originalidade, seja pela dificuldade envolvida. Apesar de tudo, quando as pessoas interagiam, ficando intrigadas pelo que havíamos feito e parecendo  sinceramente entretidas, todo o trabalho valeu a pena. 

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