Visita ao Inhotim
Minha primeira visita ao Inhotim foi bem esclarecedora e agradável. O paisagismo é estonteante e por si só fez a visita valer a pena, com enormes árvores de tronco branco e cristalinos lagos rodeados de natureza. E foi com esse cenário que explorei o local com o meu grupo, passando nas galerias ali disponíveis, que eram bem diferentes tanto no exterior quanto no interior. Algumas me incomodaram por parecerem vazias, como a galeria Adriana Varejão, embora talvez esse fosse o efeito prometido. Por outro lado, a constante presença de coisas novas aonde quer que se fosse era animador e despertava a curiosidade, tornando o local rico. Para citar uma galeria em específico, meu grupo visitou a do Miguel do Rio Branco, que me foi muito interessante por me tirar da zona de conforto de forma radical. A explicitação ocorrida nas imagens e o ambiente com a iluminação cautelosamente selecionada geram uma imersão que nos leva a ver o que o artista desejava mostrar. Essa exposição misturava o interativo com o expositivo para atingir o seu objetivo, e conseguiu me causar fortes impressões. Seu exterior está muito bem encaixado com o local e gera uma certa sensação de intimidade que encaixa no proposto pela galeria.
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