Conversa com Tatiane
Em debate com Tatiane, conseguimos analisar como um objeto pode nos escravizar, invertendo as posições de quem serve a quem. Ela escolheu uma caixa de lápis de cor para simboliza-la, afirmando que ela a permite dar asas a criatividade. Pensando por outro aspecto, ela também limita a criatividade a uma seleção específica de cores, impedindo-a de se expressar de forma mais ampla. Além disso, ela acaba por gerar uma dependência sobre Tatiane, que precisa dela para poder se manifestar. Eventuais defeitos e estragos dos lápis a obrigam a repensar suas ideias a partir de outras cores e formas.
Por outro lado, eu havia escolhido uma bolsa de margaridas para me representar, por se tratar de algo caseiro e útil. Olhando por outro âmbito, percebe-se que a bolsa limita significativamente o que eu posso levar para os lugares, de forma que me limita a escolher apenas o que ela consegue portar. Em adição a isso, se trata de um peso a mais para carregar, impedindo-me de mexer livremente, e eu dependendo dela todos os dias para conseguir me movimentar com tudo o que preciso.
Tais pontos de vista reforçam o dito pelo texto “Animação cultural”, no qual os objetos nos mantém dependentes de si e acabam por nós dominar a longo prazo. Além disso, também se está em concordância com o abordado pelo documentário “Dilema das redes”, no qual mostra-se como o ser humano saiu do controle e acabou se tornando um mero produto.
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